
Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2008
World Press Photo - 2008

Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2008
Rádio - Clube dos Pensadores

Nota: far-se-á uma análise sucinta de como decorreu o debate na Universidade de Coimbra com Asdrúbal Sotomaior e Miguel Leão
Clube dos Pensadores
Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2008
Em discussão estará a Educação

O debate poderá levantar um pouco do véu, espero que sim. Mas preparemo-nos para o bombardeamento, por parte do ministério, sustentado nos números das Novas Oportunidades (grande bandeira do executivo socrático). Porque referi Sócrates, aqui fica uma das máximas, esta do filósofo, «Só sei que nada sei…» No que diz respeito à Educação em Portugal, estou certo que muitos serão aqueles que alinham as suas bitolas pela célebre frase. Pode ser que este debate permita a clarificação de alguns assuntos que se têm demonstrado excessivamente opacos.
Sábado, 23 de Fevereiro de 2008
Mzuri Sana - «rap de raiz»
"O que enriquece o projeto Mzuri Sana é a experiência individual de cada um deles. Também compositores, cada qual dá generosamente sua contribuição, ajudando a consolidar a identidade do grupo." In O Estado de S. Paulo.
Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2008
Ensino da Música
Gosto muito de música, nacional e internacional, especialmente daquilo a que se chama «som alternativo». Quanto à essência da música, pouco ou nada sei, sou um leigo. No entanto, não posso deixar de ficar estupefacto quando leio nas páginas do Público que será extinto o ensino supletivo, ministrado nos conservatórios. O argumento que sustenta esta medida é uma política de alargamento da música a todos os níveis de ensino, seguindo o «brilhantíssimo modelo» que hoje vigora no 1.º Ciclo do Ensino Básico. Comparar as duas metodologias é querer estabelecer comparações entre sardinha enlatada com camarões tigre grelhados e bem regados com, sei lá, um champagne Don Perignon.Alguém acredita que há condições (recursos humanos, espaços físicos, variedade / quantidade de instrumentos…) nas escolas do 1.º Ciclo para se formarem «ARTISTAS»?
É possível, com muito boa vontade, dar umas noções básicas de música, colocar as crianças a tocar flauta e pouco mais. Não há milagres!!!
Para que se perceba o que tento dizer, as crianças (pelo menos algumas) que frequentam as aulas de Inglês (enquadradas nas AEC) ainda nem sequer têm manual de apoio? Rigor? Qualidade? Blá…blá…blá…
Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2008

Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2008
Autor já tem 1076 livros publicados
Pois é, o autor conta no seu extenso currículo com 1076 livros.
Conheça melhor este homem que escreve livros a um ritmo alucinante e dificilmente igualável, acedendo à sua página oficial: http://www.ryoki.com.br/
Sábado, 16 de Fevereiro de 2008
Sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2008
Contra a pedofilia
Junto-me a esta causa, a luta contra a pedofilia e a defesa da inocência. A iniciativa foi lançada pelo blogue http://luzdeluma.blogspot.com/.Quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2008
YES, WE CAN !!!
Há qualquer coisa de inspirador nas palavras de Obama. No palanque sobressai a voz de quem encara o futuro, com uma energia que já nos habituámos a não ver, e principalmente a não sentir.
Minados pela corrupção de discursos vazios de sentido, já quase nos esquecemos que ainda existe quem conquiste sentimentos, e opiniões, apenas com o seu carisma. Aprendemos a não acreditar, e é por isso que vivemos encarcerados pelo politiquismo bafiento, de quem não nasceu com o que é preciso - fazer as pessoas acreditar -
Os analistas, mais conservadores, surgem atónitos com a aura juvenil que rodeia Obama, com a energia positiva que conseguiu arrancar de quem já olhava para a política como se fosse algo que apenas dizia respeito a uma qualquer geração anterior, a um capítulo já esquecido da história da sociedade moderna.
Os portugueses, sobretudo os jovens, sentiram esta brisa de mudança, esta energia positiva, há uns anos atrás com o surgir do Bloco de Esquerda. Mas depressa se esvaiu em nada...A vontade de acreditar persiste apesar de tudo...Sim, podemos acreditar...
A não perder no Youtube: YES WE CAN
Terça-feira, 12 de Fevereiro de 2008
UM POEMA POR TIMOR
Timor,
São tuas as minhas alegrias e mágoas
De uma história vivida entre águas,
Num Índico pouco Pacífico e meio Atlântico.
E é tua também esta minha presente (in) satisfação
Da vida em viagem, paisagem de passagem,
Um ponto num traço de avião.
Timor,
O teu segredo, a tua indelével brancura,
De extremo peninsular que por meia ilha se apaixona,
É do teu avô crocodilo a viagem, da criança, a travessura.
Como uma chávena de café negro sobre o napperon branco
Que cada vez que há visitas está presente,
O teu segredo é também a história do igual fazer-se diferente.
Timor,
Deixa-me chamar-te Terra-Rosa, ardente
E amar-te uma vez mais, agora sem praia e sem esteira,
De um amor de ir e vir, de ciência, de poesia e da utopia
De nos conhecermos para além dessa alegria contida
E de nos re-inventarmos à nossa maneira,
Para que juntos, dos antípodas, lutemos por essa humanidade
Em que cada um é toda a humana gente.
Segunda-feira, 11 de Fevereiro de 2008
Domingo, 10 de Fevereiro de 2008
Ainda vale a pena ser professor?
« Ainda vale a pena ser professor? Mesmo para quem gosta muito da profissão (como é o meu caso), vai sendo cada vez mais difícil conseguir encontrar argumentos positivos para colocar no prato "sim" da balança em contraponto aos sucessivos e rudes golpes que a profissão tem vindo a sofrer e que a fazem inclinar para o prato do "não". Por mim, ainda consigo incliná-la para o "sim", mas... por quanto tempo?» Armanda Zenhas Mestre em EducaçãoA classe tem sofrido ataques violentíssimos por parte do actual corpo constitutivo do Ministério da Educação. A imagem dos professores tem vindo a ser gradualmente enlameada.
Havia coisas para mudar? Sim. A metodologia usada é correcta? Não.
Os professores sentem-se menorizados, humilhados, injustiçados e baixam abruptamente os índices motivacionais.
Pura e simplesmente, é de dar em doido. De facto, para que ainda valha a pena ser professor, é fulcral acreditar na filosofia freiriana, isto é, educar é intervir, mudar…Ter a esperança que possamos contribuir para a co-construção de cidadãos melhores, de uma sociedade mais justa, mais equitativa e mais democrática.
Sábado, 9 de Fevereiro de 2008
A foto vencedora do prémio World Press Photo 2008
Quinta-feira, 7 de Fevereiro de 2008
Um blogue muito aguardado - MaisInternet

Chávez e as folhas de COCA
“Mastigo folhas de coca todos os dias”Hugo Chávez, presidente da Venezuela. Corriere della Sera
Que quantidade mastigará o homem? As folhas de coca acompanhá-lo-ão nas deslocações diplomáticas a outros países? Que argumento usará para que estas não sejam confiscadas? Será apenas mais uma atoarda para chamar a atenção para a sua pessoa?
Sabe-se que há muitos indivíduos que fazem uso destas plantas, através da mastigação das mesmas, para renovarem energias e fazerem face a tarefas árduas, como por exemplo, os trabalhos em minas ou em locais de elevada altitude.
Quanto ao uso feito pelo senhor presidente, levantar-se-ão várias dúvidas.
Esta afirmação talvez sirva de justificação, inaceitável, para algumas tomadas de posição de um dos líderes mais polémicos da actualidade.
Depois disto, o que se seguirá?
Quarta-feira, 6 de Fevereiro de 2008
Pedro Ventura na 1.ª pessoa: Goor -A Crónica de Fealgar
Sempre fui um criador de estórias. Já em criança gostava de criar realidades paralelas, que chegavam a ser relativamente complexas e bastante duradouras. Também tive a sorte de ter acesso desde muito jovem a vários géneros de literatura. E usufrui da possibilidade de ler apenas aquilo de que realmente gostava, tal como ainda hoje faço, sem imposições exteriores, sem orientações de transitórias modas intelectuais, que me imponham os seus dogmas, as suas referências. Nunca gostei de imposições… Já na escola, poucos foram os livros “obrigatórios” que li. Lia e leio apenas o que me agrada. A leitura tem de ser antes de tudo um “exercício de prazer pessoal”, tudo resto é acessório.Conheci a obra de Tolkien ( teria de falar no mestre… ) ainda antes do “boom” cinematográfico, mas é apenas mais uma referência e não uma pedra basilar. Ao contrário de outros autores, não tive um contacto primordial com a literatura fantástica, propriamente dita. Isso veio a ser determinante em Goor.
Paralelamente aos livros, outra grande influência foi a profícua cultura televisiva e cinematográfica dos anos 80/90, em especial a vertente da ficção científica. Os meus gostos levavam-me de Júlio Verne a Rod Serling. Gostos esses que mantenho e cultivo. Os anos 80, em especial, tiveram uma “magia” muito especial, porque “descarregaram” sobre uma geração todo um caleidoscópio de novas emoções, ideias e hipóteses que potenciaram a centelha da fantasia, do sonho, que existe em todos nós.
Acrescem a estas influências as minhas próprias vivências, enriquecidas pelas minhas mudanças de residência e de ambientes. Algo que nem sempre foi isento de aspectos negativos, mas que me alargar horizontes
Goor - A Crónica de Feaglar sempre existiu no meu imaginário, apesar de apenas ter ganho forma escrita em 1996, por entre as aulas da Faculdade de Letras e muitas noites perdidas, sempre ajudado pelas sonoridades apropriadas – Enigma, Deep Forest, Enya, Within Temptation e muitos outros, dependendo das situações que ia escrevendo. Foi nessa altura que a estória de Goor se diferenciou de muitas outras, saindo do limbo mental em que se encontrava. Mas não foi fácil… Nunca poderá ser fácil transpor para o papel algo cujo suporte é meramente mental e decorre a um ritmo próprio, que nunca se compadece com as circunstâncias ou com o tempo real.
Goor relata as aventuras de um jovem rei e dos seus companheiros, num mundo em mudança, onde o futuro é algo ainda incerto. Em causa estará o próprio valor intrínseco do Homem e a sua determinação em sobreviver. Um universo à parte da nossa realidade, onde coabitam diversos povos com características e identidades próprias. Sobre esse mundo paira uma antiga profecia e as sombras de um terrível poder que se irá revelando, entre uma teia de segredos e mentiras provenientes de um passado obscuro. Mas desengane-se quem esperar encontrar apenas o repetido arquétipo da literatura fantástica. Aqui, os elfos, gnomos e anões não têm lugar e mesmo os poderes sobrenaturais são meras ferramentas, submetidas a uma vontade. Apesar de não dispensar certos ingredientes próprios do género, os acontecimentos relatados poderiam ter lugar no nosso mundo, no presente, passado ou futuro. Nesta estória o maior poder é a vontade humana, capaz do pior e do melhor. O Bem e o Mal não são por isso estanques. As personagens, mesmo poderosas e investidas do papel de heróis ou vilões, são sempre seres humanos, com as mesmas virtudes e defeitos de todos nós. Talvez por isso seja tão fácil para os leitores identificarem-se com uma determinada personagem ou acontecimento. Aliás, Goor pode até ser apreciado por pessoas que, geralmente, não gostem do género fantástico.
Não sendo um livro de moralidades, Goor alude a valores durante toda a perigosa jornada que lhe serve de base. Valores como a amizade ou a liberdade estão sempre presentes, pois esses são elementos essenciais da própria condição humana.
Por tudo isto, julgo que Goor não é unicamente uma obra de “high-fantasy”, antes um romance de aventuras épicas, adocicado com o toque mágico da fantasia. (Pedro Ventura)
Rádio - Clube dos Pensadores
Terça-feira, 5 de Fevereiro de 2008
Carnaval na Alemanha


Segunda-feira, 4 de Fevereiro de 2008
"CÍRCULO DE FOGO #4 MELOMANIA"

Prémio Cegueira Lusa - Janeiro de 2008

Parabéns!
Os blogues nomeados para o mês de Fevereiro são:
Domingo, 3 de Fevereiro de 2008
Sábado, 2 de Fevereiro de 2008
Sexta-feira, 1 de Fevereiro de 2008
ADIRA A ESTA CAUSA















