As críticas à liderança de Luís Filipe Meneses, dia após dia, tornam-se mais numerosas e audíveis.Ainda a procissão vai no adro e já são apontados vários opositores ao ex autarca de Gaia.
O líder da Juventude Social-Democrata no tempo em que Cavaco Silva era Primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho (PPC), deixou, durante o programa “Diga Lá, Excelência”, duras críticas ao presidente do PSD.
Parece-me que o actual líder laranja tem imensas razões para se preocupar. Contudo, o líder social-democrata não é o único que tem motivos para franzir o sobrolho. Nós, todos os portugueses, também devemos equacionar o futuro que queremos projectar para o nosso país. Quando se iniciou a entrevista estava ávido para conhecer as directrizes que PPC tem para o país. Depois de as conhecer, fiquei desapontado. Todo o seu pensamento está direccionado para a privatização: Educação, Saúde, Segurança Social, Caixa Geral de Depósitos, RTP… O senhor entende que ao Estado caberá essencialmente a função reguladora.
Será que estas ideias, caso sejam concretizáveis, não acabarão por esvaziar o Estado português de sentido e conteúdo?
Muita água ainda passará por debaixo da ponte…
Será que estas ideias, caso sejam concretizáveis, não acabarão por esvaziar o Estado português de sentido e conteúdo?
Muita água ainda passará por debaixo da ponte…
Entretanto, também António Borges, ex Vice-presidente da Goldman Sachs, dinamitou o líder do PSD. Quando lhe foi solicitado que caracterizasse a liderança de Luís Filipe Meneses, Borges respondeu corrosivamente: “É um erro, um lapso do PSD. E julgo que não vai durar.”.
Adivinham-se tempos difíceis para a liderança de Meneses.
Adivinham-se tempos difíceis para a liderança de Meneses.






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